Publicado em 11/05/2018 ás 08h00

Homem considerado desaparecido em escombros de prédio em São Paulo estava cuidando do pai doente em Minas

Artur Hector se apresentou à polícia e contou que tinha deixado edifício minutos antes de incêndio.
Creditos: Glauco Araújo/G1

Da redação

Tido como desaparecido nos escombros do edifício Wilton Paes de Almeida, Artur Hector de Paula, de 45 anos, se apresentou à Polícia Civil na manhã desta sexta-feira (11). Ele contou que tinha se ausentado para cuidar do pai, que sofreu um derrame cerebral em Belo Horizonte.

“Quando meu pai viu que o prédio caiu, teve um AVC [acidente vascular cerebral], e eu corri para lá”, disse em entrevista na porta do 3º Distrito Policial, delegacia nos Campos Elíseos que investiga a tragédia.

Artur contou que, na madrugada de 1º de maio, tinha saído do prédio minutos antes do incêndio. “Fui tomar uma cerveja. Depois de algumas horas, voltei para pegar minha carteira, estava sem meus documentos, eu vi o que tinha acontecido.”

Ele acrescentou que ficou no acampamento formado pelos desabrigados no Largo do Paissandu até quinta-feira passada (3), dia em que soube do AVC de seu pai. Só soube que era considerado desaparecido em Belo Horizonte. “Me falaram, e eu vi na televisão. Por isso voltei rápido.”

Segundo o delegado Osvany Zanetta Barbosa, do 3º DP, o boletim de ocorrência de desaparecimento de Artur foi arquivado, e um de encontro foi lavrado.

O policial acrescentou que não acredita que Artur quisesse ser registrado como morto. “A intenção dele era ajudar o pai, mesmo. Tanto que voltou agora para se apresentar.”

ido como desaparecido nos escombros do edifício Wilton Paes de Almeida, Artur Hector de Paula, de 45 anos, se apresentou à Polícia Civil na manhã desta sexta-feira (11). Ele contou que tinha se ausentado para cuidar do pai, que sofreu um derrame cerebral em Belo Horizonte.

“Quando meu pai viu que o prédio caiu, teve um AVC [acidente vascular cerebral], e eu corri para lá”, disse em entrevista na porta do 3º Distrito Policial, delegacia nos Campos Elíseos que investiga a tragédia.

Artur contou que, na madrugada de 1º de maio, tinha saído do prédio minutos antes do incêndio. “Fui tomar uma cerveja. Depois de algumas horas, voltei para pegar minha carteira, estava sem meus documentos, eu vi o que tinha acontecido.”

Ele acrescentou que ficou no acampamento formado pelos desabrigados no Largo do Paissandu até quinta-feira passada (3), dia em que soube do AVC de seu pai. Só soube que era considerado desaparecido em Belo Horizonte. “Me falaram, e eu vi na televisão. Por isso voltei rápido.”

Segundo o delegado Osvany Zanetta Barbosa, do 3º DP, o boletim de ocorrência de desaparecimento de Artur foi arquivado, e um de encontro foi lavrado.

O policial acrescentou que não acredita que Artur quisesse ser registrado como morto. “A intenção dele era ajudar o pai, mesmo. Tanto que voltou agora para se apresentar.”

Buscas - O primeiro corpo foi localizado pela cadela Vasty na última sexta-feira (4) e identificado como Ricardo Pinheiro, que quase foi resgatado e acabou caindo no momento em que o prédio desabava.

Na terça-feira (8), os bombeiros localizaram o segundo corpo. Enquanto o primeiro havia sido achado nos fundos do prédio, o segundo estava na área central do terreno. Bombeiros acreditavam trabalhar no pavimento que correspondia ao sétimo andar, onde viviam os gêmeos Welder e Wender, de 9 anos, filhos de Selma, também considerada desaparecida.

Naquele mesmo dia, mais tarde, os bombeiros localizaram outros restos mortais, mas não souberam precisar se eram do mesmo cadáver ou de outra vítima. À noite, o Instituto Médico-Legal (IML) identificou que os fragmentos de ossos encontrados naquela tarde eram de um adulto do sexo masculino e foi informado que o material genético da vítima seria confrontado com DNA de parentes de desaparecidos.

Na quarta-feira (9), novos restos mortais foram localizados em meio aos escombros - ossos da pélvis e vértebras com auxílio cadela farejadora Vasty. O material foi encontrado em um terceiro local, o subsolo, diferente de onde estavam os de restos Ricardo Pinheiro e os restos mortais encontrados nesta terça-feira.

Horas depois, a Secretaria de Segurança Pública (SSP) informou que os restos mortais eram de três pessoas diferentes, sendo um adulto e duas crianças. Também naquele dia, a polícia informou que Artur Hector de Paula, de 45 anos, tido como desaparecido, foi encontrado foi encontrado vivo em outra cidade.

Na tarde desta sexta-feira, (11), a Secretaria de Segurança Pública de São Paulo informou, por meio de nota, que os restos mortais encontrados na quarta-feira são de Francisco Lemos Dantas, de 56 anos.

Ainda nesta sexta, equipe do Corpo de Bombeiros localizou novos restos mortais nos escombros do edifício.

(Fonte G1)

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