Publicado em 15/05/2018 ás 06h02

Reunião realizada na Fatec Ourinhos integra representantes de instituições privadas

Estiveram presentes representantes do Instituto INVEPAR, CART, ONG Ato Cidadão, Baobá Sustentabilidade e Secretaria do Emprego e Relações do Trabalho do Estado de São Paulo
Creditos: Núcleo do Agronegócio da FATEC Ourinhos

Da redação

Representantes do Instituto INVEPAR (Investimentos e Participações em Infraestrutura S/A), CART (Concessionária Auto Raposo Tavares), ONG Ato Cidadão, Baobá Sustentabilidade e Secretaria do Emprego e Relações do Trabalho do Estado de São Paulo, no dia 18 de abril, compareceram a FATEC Ourinhos com intuito de conhecer as instalações da faculdade e discutir a respeito do projeto “Seguindo em Frente”, que conta com o conhecimento técnico do Tecnólogo em Agronegócio e Técnico Agrícola, Roger de Oliveira, responsável pelas aulas de hidroponia ofertadas pelo projeto à população de alguns municípios cortados pelo trecho das rodovias Raposo Tavares, Orlando Quagliato e João Baptista Cabral Rennó, administrados pela CART.

A principal função do projeto consiste em reverter o impacto causado pela implantação da malha rodoviária nas cidades envolvidas que inevitavelmente alteram o mecanismo da comunidade, mas que, através de investimentos lançados a população, valoriza o território e propicia o desenvolvimento local por meio do conhecimento. O resultado é a geração de renda através do cultivo hidropônico, a retirada dos alunos participantes da situação de extrema pobreza e inclusão social.

Para o município receber o investimento do projeto, há uma convergência de interesses. O projeto é implantado pela CART em cidades onde houve o fechamento de usinas, e onde há maior nível de desemprego e baixa escolaridade. A concessionária também realiza o apoio financeiro através da construção de toda a estrutura hidropônica e qualquer outro custo atrelado à produção. As organizações Baobá Sustentabilidade e Ato Cidadão pautam as deficiências sociais do município e elaboram as possibilidades para posterior auxílio no quesito socioeconômico.

A primeira versão do projeto foi instalada nos municípios de Espírito Santo do Turvo, Ibirarema e Santa Anastácia no ano de 2015, onde a seleção dos alunos foi feita pelo Fundo Social das respectivas cidades, sendo o critério de escolha decorrente da condição social de cada participante. A transmissão do conhecimento é fator chave para o sucesso do projeto, devido a isso, se faz necessária uma linguagem mais objetiva, prática e simples do que técnica, pelo fato de muitos alunos não possuírem grau básico de escolaridade, incluindo casos até mesmo de analfabetismo.

As cidades que finalizam o curso após o acompanhamento de dois a três ciclos de produção, permanecem produzindo com apoio da Prefeitura em conjunto com um profissional técnico responsável que realize o manejo diário e que ministre as aulas. A infraestrutura hidropônica é doada a cidade, portanto, tudo que é produzido nas estufas deve ser ofertado à rede pública (escolas e creches).

A Secretaria do Emprego e Relações do Trabalho do Estado de São Paulo passou a acompanhar o projeto devido aos impactos positivos causados nas comunidades onde as estufas estão implantadas. Há um verdadeiro modelo de produção em atividade que privilegia a economia solidária, geração de renda, qualificação e capacitação. 

A conciliação da iniciativa privada e pública forma uma rede onde toda a sociedade é beneficiada, isso é explicado pela Diretora da Fatec Ourinhos, Professora Lia Cupertino Duarte Albino, que esclarece: “No caso da Fatec, esses projetos vem de encontro com o nosso objetivo, porque nós somos uma instituição de educação profissional, e diferente das outras universidades, os nossos alunos são oriundos de escolas públicas, então nós fazemos esse papel de inclusão social e de transformação que forma o profissional para o mercado de trabalho, diferente das outras faculdades que formam o aluno em conhecimento, para o conhecimento. Então, projetos como esse vêm de encontro com o objetivo social da instituição”.

A CART busca o aumento das instalações para maior produção hidropônica, o que define o andamento da segunda versão do projeto que atualmente acontece nas cidades de Caiuá e Assis. Ainda assim, o avanço do projeto exige uma melhora do cenário econômico que no momento, impede maiores avanços.

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