Publicado em 06/07/2018 ás 10h57 atualizado em 06/07/2018 ás 11h02

Votação de Medida Provisória sobre frete de cargas deve acontecer semana que vem

Texto da medida provisória foi elaborado a partir de um acordo do governo Temer com os caminhoneiros, que fizeram uma greve geral no fim de maio
Creditos: Imagem Ilustrativa

Alexandre Mansinho

Uma das medidas provisórias derivadas das negociações entre o governo Temer e os representantes dos caminhoneiros, durante a paralisação promovida pela classe no últimos dias do mês de maio, a 832/18, deve ser votada na próxima semana, em comissão mista do Congresso. Ela define valores mínimos para o frete de cargas em rodovias.

Era para essa medida provisória ser votada nesta terça-feira (3), mas um pedido de vista do deputado Evandro Gussi (PV-SP) adiou a votação. Segundo os argumentos dele, pela complexidade, o tema exige melhor análise. A questão do frete de cargas é de interesse direto dos caminhoneiros, que acompanharam a reunião da comissão mista.

O deputado Osmar Terra (MDB-RS), relator do parecer, afirmou que o texto foi elaborado a partir de um acordo do governo com os caminhoneiros e que, nele, foi determinado um valor mínimo para os fretes rodoviários de cargas, proporcional aos custos operacionais totais da atividade.

O que diz o texto sobre o frete de cargas?

Segundo o texto, Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT) passaria a ter a responsabilidade de publicar, duas vezes ao ano – até 20 de janeiro e até 20 de julho –, os preços mínimos do frete referentes ao quilômetro rodado, por eixo carregado, considerando distâncias e especificidades das cargas, além de priorizar o custo do óleo diesel e dos pedágios.

Para Osmar Terra, o ideal é que preços mínimos diferenciados sejam estabelecidos para o transporte de contêineres e de veículos dedicados ou fidelizados por razões sanitárias ou outras razões.  

No texto a ser analisado, Terra propõe ainda que a ANTT publique nova planilha de preços sempre que o preço do óleo diesel no mercado nacional variar mais do que 10%, para mais ou para menos.

Por fim, a medida estabelece que as empresas que firmarem contratos de frete de cargas com valores abaixo do piso mínimo estarão sujeitas a indenizar o caminhoneiro com o dobro do valor contratado.

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